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Exposições Temporárias

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    • Janeiro
  • Janeiro

    Aviões no Aeródromo

    José Estiveira

    Natural : Silves

    Dedica-se a Artes, com maior incidência desde os 18 anos na Fotografia, e desde então que a busca pelo auto-aperfeiçoamento e aprendizagem tem sido uma constante , participando em variadas acções de Formação .

    Tem dedicado nos últimos 20 anos boa parte do seu tempo disponível ao Ensino da Fotografia em diversas Instituições e Associações Culturais: (CACAV, PALARTES, UNISEM, UNISSEIXAL, UNISETI e UTIB).

    Considera-se um generalista não obstante alguns assuntos lhe despertarem mais interesse , nomeadamente Fotografia de Espectáculo , Desportiva, Retrato, Paisagem e Vida Animal .

    Já expôs individualmente destacando-se o Museu da Marinha, Sociedade Nacional de Geografia , Casa do Alentejo ,Galeria Municipal do Montijo, Museu Etnográfico de Canha (Montijo),Armazém da Cultura(Borba), Bib. Municipal da Moita, Posto Turismo (Moita), Forum José Manuel Figueiredo(Moita),Pastelaria Arade ( Portimão) e em exposições colectivas destaca-se entre outras Cacav ,AMAC (Barreiro) Capela Misª Alhos Vedros, Bib. Mun. Moita e Solar dos Zagalos (Almada).

     

    • Fevereiro
  • Fevereiro

    Circular com Sentido

    Através de várias técnicas, suportes e materiais, apresento aqui as minhas obras. A realização destas baseia-se numa investigação pessoal inspirada no sentido da vida. Engloba a simbologia, a geometria sagrada e interpretação de obras já existentes. Algo que iniciou muito pessoal acabou por se tornar comum a todos.

    Nasci no ano 1975 em Lisboa, passei a minha infância na Torre da Marinha, a juventude em Olhão, casei-me, e desde então vivo no Algoz. Licenciada em Design de Comunicação na Universidade do Algarve em Faro. Actualmente sou explicadora e em simultâneo dedico-me a Artes Visuais, utilizo diferentes técnicas e materiais, já participei em várias exposições colectivas.

    Noélia Cristóvão Neto Encarnação.

    • Março
  • Março

    INNA HAWKER

    Artista autodidacta. Nacionalidade russa, nasceu na Ucrânia em 1981.

    Mudou-se para Portugal há 10 anos atrás, reside no concelho com o seu marido. Ama a arte desde tenra idade, desde a escola. Quando se tornou professora sempre foi muito útil no seu trabalho com crianças.

    Há quatro anos teve um forte sentimento interior de que tinha que começar a pintar, simplesmente porque tinha muito a dizer ao mundo e a pintura é uma maneira maravilhosa de fazê-lo.

    Nas pinturas, coloca o seu conhecimento espiritual sobre a feminilidade e o mundo interior da mulher. O trabalho é sobre o amor verdadeiro e a conexão energética entre homem e mulher. A profunda conexão entre a natureza, o cosmos e a alma permite-nos contar a história de quem somos verdadeiramente ”

    Trabalha sobretudo as técnicas de acrílico e aguarela.

    • Abril
  • Abril

    Os 17 ODS da Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável

    O ano de 2015 ficará na História como o ano da definição dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, fixados numa cimeira da ONU, em Nova Iorque (EUA), de 25 a 27 de setembro, que reuniu os líderes mundiais para adotar uma agenda ambiciosa com vista à erradicação da pobreza e ao desenvolvimento económico, social e ambiental à escala global até 2030, conhecida como Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável.

    A Agenda 2030 é fruto do trabalho conjunto de governos e cidadãos de todo o mundo para criar um novo modelo global para acabar com a pobreza, promover a prosperidade e o bem-estar de todos, proteger o ambiente e combater as alterações climáticas e integra 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), sucessores dos 8 Objetivos de Desenvolvimento do Milénio, que deverão ser implementados por todos os países e que abrangem áreas tão diversas, mas interligadas, como: o acesso equitativo à educação e a serviços de saúde de qualidade; a criação de emprego digno; a sustentabilidade energética e ambiental; a conservação e gestão dos oceanos; a promoção de instituições eficazes e de sociedades estáveis e o combate à desigualdade a todos os níveis.

    Portugal teve uma participação importante no processo de definição desta Agenda 2030, com destaque para a defesa mais vincada dos objetivos de promover sociedades pacíficas e inclusivas, de erradicar todas as formas de discriminação e de violência com base no género e de conservar os mares e oceanos, gerindo os seus recursos de forma sustentável.

    O documento adotado na Cimeira, para vigorar até 2030, tem a designação de “Transformando o nosso Mundo: a Agenda para o Desenvolvimento Sustentável de 2030”.

     

    • Maio
  • Maio

     

     

    • Junho
  • Junho

    Geoparque Algarvensis

    O aspirante Geoparque Algarvensis Loulé-Silves-Albufeira a Geoparque Mundial da UNESCO é uma área territorial com limites bem definidos, que possuindo um património geológico de grande relevo a nível nacional e internacional, alia uma estratégia de geoconservação e um conjunto de políticas de educação e sensibilização ambiental, à promoção de um desenvolvimento socioeconómico sustentável baseado em atividades de geoturismo, envolvendo as comunidades locais, contribuindo para a valorização e promoção dos produtos locais.

    Oficializado em 2019 como aspirante a Geoparque Mundial da UNESCO junto da Comissão Nacional da UNESCO, é membro observador no Fórum Português de Geoparques, tendo iniciado de imediato um trabalho de sensibilização junto das populações locais sobre o conceito de Geoparque em todo o seu território, estando a preparar o dossier de formalização da respetiva candidatura à rede Mundial de Geoparques da UNESCO.

    O aspirante Geoparque Algarvensis é um território identitário, inspirador, transformador, de pertença, que convida a visitar, fixar e investir, de forma consciente e em harmonia com os valores naturais e culturais presentes. É, em suma, uma maneira feliz de estar e de viver o território, legando-o às gerações vindouras!

    São objetivos genéricos

    • Contribuir para o aumento do sentimento de orgulho e pertença ao território dos seus habitantes;

    • Fortalecer a identidade do território;

    • Potenciar a criação de um número de iniciativas locais e inovadoras dinamizadoras da economia local;

    • Desenvolver novas fontes de receita que são geradas através de atividades de animação turística com base nos recursos geológicos;

    • Promover a valorização e salvaguarda do património cultural, ambiental e geológico;

    • Contribuir para a disseminação e implementação dos ODS – Objetivos de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas (ONU).

    • Julho
  • Julho

    Associação de Artesãos do Algarve

    Mostra de trabalhos de diversos artesãos do Concelho

    • Agosto
  • Agosto

    ALBERTO DE GOIS REIS

    Nasceu em Portel em 1958.

    Curso de formação artística da S.N.B.A. em 1983

    Frequência do curso de escultura do AR.CO em 1984

    Curso de realização plástica do plástica do espectáculo, E.S. de Teatro e Cinema de Lisboa em 1985/1987

    Instituto Europeu di Arti Operative di Perigia, Itália em 1988/90:

    Curso Gráfica de Publicitária.

    Curso de Figurinista Teatral

    Curso Estilista de Moda

    C.E.S.E. – Teatro e educação, E. S. de Teatro e Cinema de Lisboa, 1994/1995

    Desenho desenho muito desenho sempre...um desenho nunca é só um desenho, aquele desenho também é um pouco de mim de quem sou ou como sou.de alguma maneira sem pensar, sem saber, trago de mim o que risco, traço a traço e desenho. eu ando

    eu ando e paro , eu olho e reparo e percebo distraidamente o que vejo.eu olho tudo sem querer, sem pensar e passo e repasso e paro ,reparo e olho . fica em mim o que vejo quando olho e passo e reparo sem penar, sem querer ,sem perceber desenho e desenho muito . desenho sempre sem perceber o que trago em mim e guardo. desenho muito desenho sempre sem saber o que traço e risco e arrisco tudo o que trago em mim que vejo penso olho e reparo quando passo e repasso mesmo distraidamente sem querer e desenho e desenho sempre e desenho muito. um desenho nunca é só um desenho.

    • Setembro
  • Setembro

    Lisete Dos Santos Gonçalves Nunes Simões

    Mostra de trabalhos artísticos produzidos com diversos materiais.

    • Outubro
  • Outubro

    Escritores de Afonso Cruz

    Nestas ilustrações retratam-se alguns dos principais nomes da literatura portuguesa. Dos clássicos, como Camões e Fernando Pessoa, aos contemporâneos Gonçalo M. Tavares e Valter Hugo Mãe, Afonso Cruz reproduz o rosto e algumas das idiossincrasias de romancistas e poetas portugueses, que marcam o imaginário literário nacional.

    A exposição seguirá emoldurada em 35 molduras 50x45cm e uma folha de sala numa moldura vertical de 30x40cm.

    Afonso Cruz                 Fernando Pessoa                   Manuel António Pina

    Agustina Bessa-Luís      Fernando Pinto do Amaral      Mário de Carvalho

    Alexandre O’Neill          Francisco José Viegas            Mia Couto

    Almeida Garrett            Gastão Cruz                         Nuno Júdice

    Ana Luísa Amaral          Gil Vicente                           Padre António Vieira

    António Lobo Antunes   Gonçalo M. Tavares               Raul Brandão

    Bocage                         Inês Pedrosa                       Sophia de Mello Breyner

    Camilo Castelo Branco   José Eduardo Agualusa         Teolinda Gersão

    Dulce Maria Cardoso      José Saramago                    Valter Hugo Mãe

    Eça de Queirós              José Tolentino Mendonça      Vergílio Ferreira

    Eugénio de Andrade       Luís de Camões                   Vasco Graça Moura

    • Novembro
  • Novembro

    ARTE, MAR E PAIXÃO (AMP)

    EXPOSIÇÃO:

    ARTE, MAR E PAIXÃO (AMP)

    de João Rodrigues

    De 7 a 30 de novembro

    Biblioteca Municipal de Silves

    ARTE, MAR E PAIXÃO é uma exposição fotográfica sobre os valiosos recursos naturais e culturais da futura Área Marinha Protegida de Interesse Comunitário (AMPIC), o futuro Parque Natural Marinho Recife do Algarve - Pedra do Valado, cuja conservação e proteção se afigura urgente, contribuindo desta forma para um oceano mais resiliente e saudável.

    Considerado o maior recife rochoso costeiro a baixa profundidade em Portugal, a Pedra do Valado, que se estende entre a costa de Albufeira, Lagoa e Silves, beneficia de condições naturais singulares, suportando uma biodiversidade marinha única com muitas espécies de interesse comercial e com interesse para a conservação. É assim urgente dar a conhecer à sociedade civil e em particular às comunidades locais e regionais uma das áreas mais ricas e produtivas da costa Algarvia, da qual dependem as atividades socioeconómicas.

    Através da lente do fotógrafo João Rodrigues, fotojornalista de história natural e conservação da NATIONAL GEOGRAPHIC Portugal, vencedor de concursos de fotografia internacionais e colaborador com diversos grupos de investigação e ONGs ligadas ao ambiente, o espectador é convidado a explorar o riquíssimo património e capital natural desta região através de uma seleção única de imagens.

    Uma iniciativa do Centro de Ciências do Mar, da Fundação Oceano Azul e dos municípios de Silves, Lagoa e Albufeira realizada no âmbito do projeto AMPIC.COM, co-financiado pelo Programa Operacional do Mar2020 e pelo GAL PESCA do Barlavento do Algarve através da Agência de Desenvolvimento do Barlavento (ADB).

    Fotografia: João Rodrigues / Chimera Visuals

    Comunicação e Design: Sciaena

    • Dezembro
  • Dezembro

    Nós, Hippocampus

    Este projecto nasce da necessidade de intervir em defesa do Hippocampus-Hippocampus (cavalo-marinho), contra a exploração exaustiva da sua captura, impera uma violência sobre esta espécie marinha que leva quase à sua extinção, natural na Ria Formosa, onde vive, ainda, a maior comunidade de “cavalos-marinhos”.

    Perante esta barbária, a Professora Lídia de Almeida, lançou o desafio aos seus alunos: por meio da arte manifestar a preocupação, apelar à sensibilização sobre a sobrevivência destes delicados e frágeis seres.

    Nós, artistas, assumimos o projecto com empenho, para que as gerações futuras venham

    a conhecer esta espécie de forma viva, nas águas ricas e límpidas da Ria Formosa, em vez de registos históricos ou exemplares mortos num museu.

    O projecto de pintura inclui 15 (quinze) obras elaboradas na técnica de óleo sobre tela e técnicas mistas, com dimensões entre 80X100, 100X150 e 150X200. Os trabalhos são variados em tamanho, forma, técnica artística, intensão, sensibilidade. A exposição é uma explosão de cor e energia criadora.

    Lidia de Almeida