Cenografia da Cidade

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De modo a caracterizar aquele que é um cenário natural já por si rico, num quadro medieval, foi planificada a implementação de estruturas cénicas espalhadas pelo perímetro da Feira. A idealização dessas estruturas ficou a cargo do cenógrafo Jorge Carvalho.

Sob orientação do cenógrafo, todas as estruturas foram construídas por funcionários da carpintaria da Autarquia, sendo o trabalho de montagens desenvolvido por uma extensa equipa de funcionários de diversos departamentos.

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Das estruturas criadas de raiz para caracterizar a cidade destacamos as seguintes:

» Construção de tendas para artesãos, distribuídas pelo perímetro da Feira;

» Construção de tabernas distribuídas pelos quatro largos de restauração existentes;

» Construção de estrutura destinada ao Câmbio Real, onde os visitantes podem trocar Euros pela moeda oficial da Feira Medieval de Silves, o Xilb;

» Montagem da estrutura destinada à Taberna da organização, funcionários e colaboradores externos;

» Montagem de todo o recinto destinado aos Torneios Medievais (torres, vedação, bancadas, estábulos, preparação do terreno com a colocação e nivelamento de areia e pó de pedra no pavimento e colocação de fardos de palha);

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» Montagem da Mesquita, local preparado para acolher condignamente os expositores muçulmanos praticantes, no momento de chamada à oração pelo Muezzin;

» Montagem dos quatro pórticos e arcos cristãos e árabes existentes;

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» Montagem do Pelourinho destinado à animação “Juízo de Heréticos” onde diariamente é encenado o julgamento de malfeitores;

» Decoração cénica do Castelo;

» Colocação de bandeiras no perímetro e arredores da cidade;

» Colocação de toda a sinalética no perímetro.

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