Conservação, Restauro e Valorização

Enquanto a vertente arqueológica apenas se constituiu na Câmara Municipal de Silves em meados do ano de 2002, a conservação e restauro, agora integrados no Gabinete de Arqueologia, Conservação e Restauro, formou-se nos finais dos anos 80 do século XX, tendo tido como motor a realização em Silves de cursos de formação profissional na área referida e o início de uma actividade arqueológica sistemática. Os técnicos ali formados, na época apenas três, foram ganhando experiência e acumulando outras formações, tendo sido responsáveis pelo restauro de todos os materiais que constituem a exposição permanente e as reservas do Museu Municipal de Arqueologia.

O Sector de Conservação e Restauro conta hoje apenas com dois Técnico-Profissionais de Museografia que trabalham, fundamentalmente, na conservação e restauro de cerâmicas arqueológicas, mas também, com materiais osteológicos, metálicos, vítreos, pétreos, etc.

Para além da conservação preventiva e restauro, estes técnicos efectuam reconstituições de perfis, desenho de peças e estudos estatísticos preliminares.

A sua acção estendeu-se mais recentemente à conservação e restauro de estruturas arqueológicas, efectuando diagnósticos do estado de conservação dos diferentes sítios arqueológicos que estão expectantes de musealização. Estes sítios encontram-se em fase de estudo para monitorização, de modo a se controlarem as condições ambientais e encontrarem os melhores mecanismos para preservação das estruturas arqueológicas em questão.